Um dos líderes supremos dos eco-xiitas que operam em Fortaleza, buscando obstruir investimentos estruturantes e socialmente inclusivos, segue em sua saga insana tentando impedir que a gestora aeroportuária alemã FRAPORT prossiga na ampliação das multifuncionalidades operacionais do aeroporto de Fortaleza.
Enquanto em qualquer país lúcido e civilizado esses investimentos de capital privado são celebrados, tinha que ser em Fortaleza que iriam aparecer eco-lunáticos a lutar com foices e martelos, mesmo após o poder judiciário, em segunda instância, ter chamado o feito à ordem e determinado o prosseguimento das intervenções e do cronograma de implantação dos novos equipamentos que conferirão maior envergadura às operações do sítio aeroportuário da mais populosa capital do nordeste do Brasil.
Intervenção idêntica vem acontecendo na área do Aeroporto dos Guararapes, em Recife, conduzida pela gestora aeroportuária espanhola AENA, que administra o maior aeroporto dos pernambucanos. Lá, o prefeito e a governadora publicaram suas saudações e entusiasmos em suas redes sociais, destacando os bilhões programados e seus efeitos benéficos na geração de postos de trabalho, renda e cidadania da população. Aqui, a gestora alemã FRAPORT, por meio da Aerotrópolis, enfrenta sozinha em sua luta judicial o vexame de uma guerrilha urbana liderada por um vereador que deveria entender de química e não de biologia. Jogando para os desavisados, inocentes úteis e eco-obstruidores de carteirinha, esse Aiatolá da biologia da vereança de Fortaleza se insurge contra o comando judicial com atitudes próprias de quem acha que conseguirá engordar seus votos nas próximas eleições.
Aspecto repugnante adicional desse movimento é a seletividade do alvo escolhido. Enquanto o governo federal, estadual e municipal se une para celebrar e entregar as obras do ITA no Ceará, na área contígua do sítio aeroportuário, sem qualquer questionamento de desmatamentos e obras, a área vizinha concedida à FRAPORT sofre um ataque oportunista de cunho ideológico. Radicais de esquerda e direita preferem silenciar quando a obra é em terrenos controlados pelo comandante-em-chefe das forças armadas.
Em casos como esse, caberia ao prefeito e ao governador proteger os investidores dos ataques dos eco-tabelãs cabeçudos, que, de suas posições camufladas, lançam seus drones e mísseis contra o Estreito de Cocorote, região do Pinto Martins, objetivando parar a circulação do nosso petróleo, o turismo Em uma cidade que é quase uma monocultura do turismo, considerando que praticamente não existe agronegócio nem indústrias, a não ser a da construção civil, essa luta maluca é um tiro não no nosso próprio pé, mas sim na nossa própria nuca.
Nada a estranhar o lavar de mãos do governador, por seu viés histórico, mas o prefeito não; este sempre foi empresário, capitalista e investidor. Esse sabe as dores do capital privado quando é atacado por máquinas partidárias do atraso social. Seria de se esperar que ele exercesse sua maioria para puxar as orelhas do Biologia e chamá-lo à reflexão sobre a química da física da pobreza crônica do povo cearense.
Sendo assim, vamos todos acompanhar o prejuízo social produzido pelo nada químico Biologia e seus parceiros nessa luta inglória. Afinal, eles querem que todos fiquem a ver navios e não aviões com turistas, cargas, emprego e renda.


